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Treinamento e Desenvolvimento

Nos dias 9 e 10 de abril Maria Stella Noris Junqueira Mistro (Coordenadora de Recursos Humanos) e Maria Heloísa Bariani Tavares (Enfermeira do Setor de Educação Continuada), funcionárias do Instituto Bairral de Psiquiatria, estiveram presentes no curso realizado pela Leme Consultoria sobre T&D e a Mensuração de Resultados e ROI de Treinamento Integrado ao BSC.

O curso foi ministrado por Rogério Leme, diretor executivo da Leme Consultoria, palestrante, facilitador de treinamentos e consultor com atuação em empresas públicas e privadas. É formado em Tecnologia Digital, Engenharia de Produção e MBA em Gestão de Pessoas pela FGV. São de sua autoria sete livros sobre Gestão de Pessoas, Gestão e Avaliação de Competências e de Desempenho e BSC – o Balanced Scorecard –, que são referências nacionais e acadêmicas. É ainda autor da Metodologia do Inventário Comportamental para Mapeamento de Competências, a primeira e, até então, a única metodologia dessa natureza comprovada matematicamente disponível em literatura, e também de uma metodologia para implantação participativa do BSC, chamada BSC-Participativo.

Temas e aspectos relevantes de gestão de pessoas foram tratados nos dois dias do curso, que apresentou os desafios contemporâneos da área de Treinamento e Desenvolvimento e uma proposta de um instrumento eficaz para Levantamento de Necessidades de Treinamento, o qual constitui uma ferramenta prática e objetiva que evita desperdícios de investimentos nas organizações. Foram também abordados os níveis de Mensuração de Resultados de Treinamento por meio de aplicações práticas e exemplos do dia-a-dia, voltados para a realidade das empresas, e mostrado como obter informações para permitir que a empresa implante o cálculo do ROI de Treinamento (Retorno dos Investimentos) e, ainda, como proporcionar a integração da mensuração dos resultados com o Balanced Scorecard.

O evento superou as expectativas e contribuirá bastante para o aprimoramento da área de Recursos Humanos de nossa instituição, dentro do espírito de que o Bairral busca a excelência em tudo o que faz.

 

Treinamento e Desenvolvimento

Turma durante o treinamento da Leme Consultoria

Patologia em foco: Retardo Mental

O retardo mental é definido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como uma condição de desenvolvimento interrompido ou incompleto das capacidades mentais, manifestando-se pelo comprometimento das habilidades cognitivas que são adquiridas ao longo do desenvolvimento na infância e na adolescência.

Inclui principalmente as aptidões intelectivas, a linguagem e a capacidade de adaptação social. Indivíduos com retardo mental representam cerca de 2 a 3% da população geral.

Caracteriza-se pela presença de inúmeras limitações em áreas como linguagem e comunicação, autocuidado (saúde, higiene e segurança), habilidades do indivíduo em alcançar as expectativas de seu grupo cultural e capacidade adaptativa básica na escola, trabalho e/ou lazer.

O quociente de inteligência (QI) é uma medida convencional da capacidade intelectual do indivíduo baseada nas averiguações das habilidades intelectuais (verbais, visuoespaciais, abstração, cálculos, etc.), obtido por meio de testes individuais padronizados, como por exemplo: Escalas Wechsler de Inteligência para Crianças – Revisada, Stanford Binet, Bateria Kaufman de Avaliação para Crianças.

A média populacional de QI é igual a 100; em indivíduos com retardo mental um QI inferior a 70 é esperado, porém essa condição pode ser diagnosticada em indivíduos com QI entre 70 e 75 e que apresentem déficits significativos no comportamento adaptativo; de modo inverso, não deve ser diagnosticado em  indivíduos com um QI inferior a 70 se não houver  déficits ou comprometimento importante no funcionamento adaptativo.

O funcionamento adaptativo refere-se ao modo como o indivíduo enfrenta eficientemente as exigências comuns da vida e o grau em que satisfaz os critérios de independência pessoal esperados para alguém de sua faixa etária, bagagem sociocultural e contexto comunitário.

Quatro níveis de gravidade podem ser especificados de acordo com o comprometimento intelectual: retardo mental LEVE (QI 50-55 até aproximadamente 70), MODERADO (QI 35-40 a 50-55), GRAVE (QI 20-25 a 35-40) e PROFUNDO (QI abaixo de 20-25).

O retardo mental leve corresponde a 85% de todos os indivíduos com algum grau de retardo, o moderado 10%, o grave 3 a 4% e o profundo1 a 2%.

No retardo mental leve o indivíduo é capaz de usar a fala em situações do dia-a-dia, pode ser totalmente independente nos cuidados de si próprio, pode ter dificuldade na escrita e na leitura, dificuldade em lidar com conceitos abstratos complexos, e pode haver imaturidade emocional.

No retardo mental moderado o indivíduo apresenta aquisição escolar limitada e necessita de supervisão técnica para a realização de tarefas. Epilepsia e incapacidades neurológicas e físicas são comuns neste grupo.

No retardo mental grave não é rara a ausência total ou quase completa da capacidade comunicativa do indivíduo; muitas vezes não fala ou aprende poucas palavras, e necessita de apoio e supervisão para cuidados pessoais e higiene. São frequentes neste grupo quadros de autismo, hiperatividade grave e auto-agressão.

No retardo mental profundo o indivíduo é gravemente limitado em sua capacidade de entender ou de agir de acordo com as solicitações, e para sobreviver muitas vezes requer supervisão e cuidados básicos. Neste grupo frequentemente se identificam lesões cerebrais e presença de etiologia orgânica.

 

Dra. Mara Cristina Bueno Chiarelli

Dra. Mara Cristina Bueno Chiarelli

 

Autora: Dra. Mara Cristina Bueno Chiarelli

Médica Psiquiatra do Instituto Bairral de Psiquiatria

Treinamento da Brigada de Incêndio

O Setor de Segurança do Trabalho do Instituto Bairral realizou em 13 e 14 de abril mais um Treinamento de Combate a Incêndio e Primeiros Socorros, ministrado pelo Técnico em Segurança do Trabalho e Bombeiro Civil Juliano de Oliveira Momesso, com apoio dos funcionários Paulo Sérgio da Rocha e Gilberto Aparecido Francisco, também Técnicos em Segurança do Trabalho e Bombeiros Civis.

A atividade foi dividida em duas partes, a prática e a teórica. A primeira teve lugar no Centro de Educação Continuada, e a segunda no Centro de Treinamento da Brigada. Os brigadistas que participaram do evento foram divididos em equipes para atividades simuladas de atendimento a vítimas de mal súbito e traumas. Os novos integrantes da Brigada, além do Treinamento de Primeiros Socorros, tiveram Treinamento de Combate a Incêndio.

O treinamento atingiu seus principais objetivos:

  • Treinar a Brigada, conforme determinam a IT 17 do Corpo de Bombeiros e as NBR 14276 e 14608 da ABNT; e
  •  Demonstrar, aos brigadistas diversas técnicas de atendimento a vítimas.

O evento foi de suma importância para a equipe de brigadistas, pois permitiu apontar as dificuldades encontradas por cada equipe e as falhas ocorridas durante os simulados, possibilitando saná-las nos próximos treinamentos.

A organização dos treinamentos contou com o apoio dos Coordenadores Administrativos, Coordenadora de Enfermagem e funcionária do Setor de RH.

 

Treinamento da Brigada de Incêndio

Parte prática no treinamento da Brigada

 

Treinamento da Brigada de Incêndio

Parte prática no treinamento da Brigada

 

Treinamento da Brigada de Incêndio

Parte teórica no treinamento da Brigada

 

Treinamento da Brigada de Incêndio

Parte prática no treinamento da Brigada

 

Treinamento da Brigada de Incêndio

Parte prática no treinamento da Brigada

 

Treinamento da Brigada de Incêndio

Parte prática no treinamento da Brigada

 

Treinamento da Brigada de Incêndio

Parte prática no treinamento da Brigada

 

Treinamento da Brigada de Incêndio

Parte prática no treinamento da Brigada

Comunidade Terapêutica Santa Carlota

No dia 30 de março último foram apresentados à equipe técnica, lideranças setoriais e membros dos Conselhos Diretor e Curador do Instituto Bairral os parâmetros teóricos de uma comunidade terapêutica. A apresentação, que se deu no Centro de Educação Continuada do hospital, ficou a cargo do especialista Maurício Landre, que coordena a implantação da Comunidade Terapêutica Santa Carlota.

Na oportunidade aquele técnico abordou os detalhes de uma comunidade, seus objetivos, suas normas e principalmente sua estrutura de acolhimento aos dependentes químicos. Na parte final da explanação houve abertura para perguntas dos presentes. Na mesma ocasião tivemos também o depoimento do Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira, que ressaltou a importância dessa nova frente aberta pelo Bairral. A Comunidade em pauta funcionará na Fazenda Santa Carlota, de propriedade da Fundação Espírita Américo Bairral, localizada no município de Itapira, e buscará introduzir um modelo que possa no futuro ser replicado em outras instituições. Oferecerá 80 vagas para o sexo masculino e deverá entrar em funcionamento no final de maio. Trata-se de mais uma ação do Instituto Bairral em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde do Estado de São Paulo.

 

Comunidade Terapeutica Santa Carlota

A presença da equipe técnica, lideranças setoriais e diretores

 

Comunidade Terapeutica Santa Carlota

Maurício Landre em sua apresentação

 

Comunidade Terapeutica Santa Carlota

Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira, Maurício Landré, Ivan Ramos de Oliveira - Diretor Técnico e Nivaldo Caliman - Diretor Administrativo

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