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Bairral no Congresso Brasileiro de Psiquiatria

O Instituto Bairral de Psiquiatria, pelo 4º ano consecutivo, esteve presente com stand promocional no Congresso Brasileiro de Psiquiatria, que se realizou de 27 a 30 de outubro último, na cidade de Fortaleza (CE) na sua XXVIII edição. Tivemos cerca de 5000 inscritos, em sua ampla maioria de psiquiatras de todo Brasil. Tivemos a participação do médico do Instituto, Dr. Marcelo Ortiz de Souza, no dia 30, na mesa “Dependência QuímicaO desafio de construir novas políticas assistenciais para drogas no Brasil diante a epidemia de crack”. Estiveram ainda presentes no referido evento o nosso Diretor Técnico Dr. Ivan Ramos de Oliveira, Diretor de Relações Externas Dr. Agenor Pares de Lima, o médico Dr. Flávio Márcio Fernandes, além do Diretor Administrativo Nivaldo José Caliman e a funcionária Gisele Marcatti. A próxima edição será realizada na cidade do Rio de Janeiro de 2 a 5 de novembro de 2011, com a temática central “Acesso a tratamento e justiça social”.

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Stand do Instituto Bairral de Psiquiatria

Stand do Instituto Bairral de Psiquiatria

Stand do Instituto Bairral de Psiquiatria

Stand do Instituto Bairral de Psiquiatria

Dr. Ronaldo Laranjeira

Dr. Ronaldo Laranjeira no stand do Instituto Bairral

Integrantes da nova Diretoria da ABP visitam stand do Bairral

Integrantes da nova Diretoria da ABP visitam stand do Bairral

Stand do Instituto Bairral de Psiquiatria

Stand do Instituto Bairral de Psiquiatria

Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) elege nova diretoria

No último dia 26, na cidade de Fortaleza (CE), durante o XXVIII Congresso Brasileiro de Psiquiatria, a Associação Brasileira de Psiquiatria elegeu sua nova diretoria.  Antonio Geraldo da Silva, da Chapa ABP Democrática, foi eleito o novo presidente e anunciou que a prioridade de sua gestão será a defesa intransigente dos médicos psiquiatras e da psiquiatria e, por conseqüência, do direito dos brasileiros ao acesso a uma assistência em saúde mental de qualidade. Afirmou ainda que a ABP vai tomar a frente e promover esse esforço, mas também é necessário entender que este é um objetivo comum e apenas com a união de todos os colegas alcançaremos objetivos plenos. A chapa vencedora com 2/3 dos votos ficou assim constituída:

Diretoria Executiva:

  • Presidente: Antonio Geraldo da Silva – DF;
  • Vice-Presidente: Itiro Shirakawa – SP;
  • 1º Secretário: Luiz Illafont Coronel – RS;
  • 2º Secretário: Mauricio Leão – MG;
  • 1º Tesoureiro – João Romildo Bueno – RJ;
  • 2º Tesoureiro – Alfredo Minervino – PB.

Secretários Regionais:

  • Norte: Paulo Leão – PA;
  • Nordeste: José Hamilton Maciel Silva Filho – SE;
  • Centro-Oeste: Salomão Rodrigues Filho – GO;
  • Sudeste: Marcos Alexandre Gebara Muraro – RJ;
  • Sul: Cláudio Meneghello Martins – RS.

Conselho Fiscal:

  • Titulares: Emmanuel Fortes – AL, Francisco Assumpção Júnior – SP, Helio Lauar de Barros – MG.
  • Suplentes: – Geder Ghros – SC, Fausto Amarante – ES, Sérgio Tamai.

O Centro de Estudos Américo Bairral, esteve representando pelos seus delegados Ivan Ramos de Oliveira e Agenor Pares de Lima.

Antonio Geraldo da Silva

Antonio Geraldo da Silva Presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria

Avaliação cognitiva breve de pacientes psicogeriatricos

O setor Estância do Instituto Bairral de Psiquiatria acolhe pacientes psicogeriátricos e utiliza como uma de suas ferramentas de abordagem diagnóstica a Avaliação Cognitiva Breve.

A avaliação neuropsicológica utiliza procedimentos empiricamente definidos, para trazer a objetividade necessária ao diagnóstico na prática clínica. Sendo que esta prática, não enquadra apenas testagem específica para cada circunstância, visando quantificar resultados, mas leva em conta o histórico de vida e clínico do paciente e sua funcionalidade no momento do teste.

As baterias neuropsicológicas constituem-se em sequências de testes que avaliam o comportamento e a cognição. São importantes para o estabelecimento de perfil cognitivo basal antes, durante e depois de tratamentos, bem como colaboram para o diagnóstico diferencial em condições que envolvam prejuízo cognitivo.

Atualmente, os estudos de neuropsicologia do envelhecimento estão mais direcionados a definir os limites dos estágios pré-clínicos da demência e distingui-los de outras condições decorrentes do envelhecimento, bem como aspectos neurológicos. Com isso, há a possibilidade de diagnósticos mais aguçados e uma intervenção terapêutica precoce a fim de retardar a progressão da doença.

Utilizamos um conjunto de testes de rastreio padronizados, escolhidos devido à alta sensibilidade para detectar ocorrências de alteração cognitiva. Os pacientes são inicialmente submetidos ao mini-exame do estado mental (MEEM) para avaliação cognitiva global, teste de extensão de dígitos em ordem direta e inversa, que avalia a atenção e memória operacional. Posteriormente, é aplicado o teste de memória de figuras que avalia a memoria episódica, reconhecimento. Outros dois testes são aplicados: fluência verbal categórica que avalia linguagem, memória semântica e funções executivas, e desenho do relógio, para funções executivas e habilidade visual-construtiva. Se há indicação para avaliação de quadros de humor, como depressão e ansiedade, são aplicadas as escalas GDS-30 e a HAD-A.

Essa avaliação associada a pratica clinica, psicopatologia, mais os exames de imagem cerebral se complementam para melhor elucidar a hipótese diagnostica, o tratamento e o prognostico. Podemos com isso, informar os familiares de forma mais minuciosa em relação à evolução da doença e as abordagens a serem instituídas para melhor adesão ao tratamento e melhor qualidade de vida.

Setor Estância

Setor Estância

Patologia em foco: Esquizofrenia

Esquizofrenia é uma doença que acomete vários aspectos da vida da pessoa e de seus familiares. O curso típico da doença inclui a alternância entre episódios psicóticos agudos (semanas) e fases crônicas (meses e anos). O risco de esquizofrenia ao longo da vida fica entre 0,7% a 1% e, frequentemente, inicia-se na adolescência ou no início da vida adulta.

Podem ser identificados diferentes subtipos de esquizofrenia, como a paranóide, a hebefrênica, a catatônica e indiferenciada.

A esquizofrenia paranóide é a mais comum e por isso vou me ater a ela.

Na sua fase aguda o doente pode ficar agressivo, pois acaba agindo em função das alterações em seu pensamento e sensopercepção, como delírios e alucinações, respectivamente. O comportamento pode se desorganizar, o humor alterar, e estar prejudicada a capacidade para trabalhar e se cuidar sozinho, necessitando de orientações de terceiros. Durante este momento da doença o tratamento medicamentoso com antipsicóticos típicos ou atípicos é fundamental para remissão e controle dos sintomas psicóticos. Muitas vezes a internação se faz necessária, com o objetivo de proteção e cuidados de uma equipe especializada. Este momento pode ser difícil para quem convive com a pessoa doente, por isso a informação e compreensão dos sintomas pode facilitar a interação familiar.

Durante a fase crônica, predominam os sintomas de: embotamento afetivo, anedonia, isolamento social, depressão, desesperança, déficits cognitivos – função executiva, atenção e memória. O paciente demonstra diferença em relação ao seu funcionamento social antes da doença e depois. O estímulo para buscar novos sonhos não é o mesmo, o que muitas vezes a família não compreende. A disfunção social e ocupacional dos pacientes doentes pode estar presente somente no quadro agudo, como também persistir por toda a sua vida. O tratamento medicamentoso é fundamental para estabilizar o quadro e se faz necessário durante todas as fases da doença.

O tratamento da pessoa com esquizofrenia deve abordar todos os aspectos da doença e não só ficar na remissão dos sintomas psicóticos. Trabalhar com uma equipe interdisciplinar é fundamental para a busca de uma plena recuperação do paciente. Desenvolvendo uma recuperação social, qualidade de vida, prevenindo as recaídas (fase aguda) e conseguindo a melhoria da adesão ao tratamento. A psicoterapia e os grupos terapêuticos tem como objetivos acolher o paciente no momento da crise; orientar sobre a doença, procurando dar-lhes dados de realidade; estimular a integração, assim como também a capacidade de identificar e lidar com os sentimentos e trabalhar com o paciente sua readaptação na sociedade, visando desta forma uma melhor qualidade de vida.

Aqui no Bairral, a unidade que acolhe os pacientes em sua fase aguda é a Vivenda e em sua fase crônica a Esplanada, ambas unidades possuem uma equipe técnica própria e projeto terapêutico apropriado para cada momento da doença.

Autoras: Dra. Daniele Maria W. Rennó (Médica Psiquiatra) e Fernanda Evelma P. Iamarino (Psicóloga), integrantes da equipe da unidade Esplanada.

Dra. Daniele (Psiquiatra) e Fernanda (Psicóloga)

Dra. Daniele (Psiquiatra) e Fernanda (Psicóloga)

Setor Vivenda Bairral

Setor Vivenda

Setor Esplanada Bairral

Setor Esplanada

Curso de BLS (Suporte Básico de Vida)

Nos dias 16/10/2010 e 06/11/2010 acontece no Instituto Bairral o curso de “Atualização em Suporte Básico de Vida”. O curso é ministrado pela ELLU Brasil, que atua como agência de treinamento internacional do Sistema AAOS (American Academy of Orthopaedic Surgeons) / ACEP (American College of emergency Physicains) / ECSI (Emergency Case and Safety Institute), há mais de 10 anos.

O conteúdo programático envolve: reanimação cardiovascular, uso do desfibrilador e primeiros socorros.

A equipe de instrutores é composta por Fábio Sendin, Thiago Silveira e Camila H. S. Viana. Participaram do evento: 08 médicos, 18 enfermeiros, 03 técnicos de enfermagem, 01 auxiliar de enfermagem e 01 cuidador.

Curso BLS

Introdução do Curso BLS

Curso BLS

Avaliação do cenário-Perigo Eminente

Curso BLS

Exame Físico

Curso BLS

Protrusão da mandibula e Abertura das vias aéreas

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TIPOS DE CURATIVOS:

Curso BLS

Curso BLS

Curso BLS

Curso BLS

Curso BLS

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