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COMO LIDAR COM EMOÇÕES NEGATIVAS

Em 13 de novembro o Bairral contou novamente com a presença da palestrante internacional Sharon Seivert. Ela é CEO da The Corporation Inc., sediada em Cambridge, nos Estados Unidos, com filiais em Washington, Nova Iorque e Miami, além da Holanda, Espanha e Brasil.

Na oportunidade, a temática “Como lidar com emoções negativas” foi por ela apresentada a lideranças da área técnica (coordenadores técnicos e enfermeiros), em um workshop exclusivo no período da tarde, no Centro de Educação Continuada do hospital.

Ainda no dia 13, no auditório do Bairral, a mesma temática foi abordada por Sharon, agora com ênfase nas crianças – “Como ajudar crianças a lidar com emoções negativas” –, apresentada a cerca de 300 participantes das mais diversas profissões.

A ilustre visitante esteve mais uma vez conosco a convite da Dra. Taís Moriyama, médica responsável pela área de Psiquiatria do Desenvolvimento do Bairral.

Sharon Seivert e Dra. Tais Moriyama durante a palestra "Como lidar com emoções negativas".

Sharon Seivert e Dra. Tais Moriyama durante a palestra “Como lidar com emoções negativas”.

Sharon Seivert e Dra. Tais Moriyama durante a palestra "Como lidar com emoções negativas".

Sharon Seivert e Dra. Tais Moriyama durante a palestra “Como lidar com emoções negativas”.

Sharon Seivert e Dra. Tais Moriyama.

Sharon Seivert e Dra. Tais Moriyama.

Dra. Tais Moriyama, Nivaldo Caliman e Sharon Seivert.

Dra. Tais Moriyama, Nivaldo Caliman e Sharon Seivert.

Dra. Tais Moriyama e Sharon Seivert durante a palestra “Como ajudar crianças a lidar com emoções negativas”.

Dra. Tais Moriyama e Sharon Seivert durante a palestra “Como ajudar crianças a lidar com emoções negativas”.

A palestra “Como ajudar crianças a lidar com emoções negativas” foi apresentada a cerca de 300 participantes.

A palestra “Como ajudar crianças a lidar com emoções negativas” foi apresentada a cerca de 300 participantes.

Apresentação de pôster de Terapia Ocupacional no XXXV Congresso Brasileiro de Psiquiatria

As terapeutas ocupacionais Aline Coraça Trevelin e Juliana C. dos Santos Ribeiro, que trabalham nos setores que tratam de dependência química (serviço SUS) do Instituto Bairral, apresentaram um pôster na categoria Prática Clínica no XXXV Congresso Brasileiro de Psiquiatria, promovido pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e realizado em São Paulo (SP) de 25 a 28 de outubro de 2017.

Com o título “A reorganização da rotina do dependente químico”, o pôster das duas profissionais trouxe o relato do trabalho por elas desenvolvido, o qual tem como um dos focos principais o desdobramento de uma rotina com base em um instrumento de avaliação validado no Brasil denominado “Lista de Papéis Ocupacionais”.

A proposta aplicada busca auxiliar o paciente no resgate das funções e papéis ocupacionais perdidos e na reestruturação de uma vida autônoma e com maiores possibilidades de manutenção de um processo de recuperação/reabilitação.

Para tanto, ao término do tratamento no Bairral é realizada uma abordagem grupal, na qual os pacientes fazem um levantamento por meio do instrumento supramencionado, o qual apresenta 10 papéis ocupacionais definidos separadamente: 1) estudante; 2) trabalhador; 3) voluntário; 4) cuidador; 5) serviço doméstico; 6) amigo; 7) membro de família; 8) religioso; 9) passatempo/amador; 10) participante em organizações. Há também a categoria “Outro’ para serem adicionados outros papéis não listados, caso referidos pelo entrevistado (CORDEIRO et al, 2007).  Os pacientes são orientados a assinalar qual o período em que desempenharam o papel nos tempos passado/presente e se gostariam de realizá-lo no futuro, de maneira a conhecer quais deles foram perdidos, mantidos, ganhos ou mesmo nunca desempenhados por eles ao longo de suas vidas. Outro item que também é considerado nesta lista é a incumbência percebida pelo paciente, sendo identificado no que diz respeito ao grau de importância que o mesmo atribui para cada papel, com os seguintes graus a serem referidos: “nenhuma importância”, “alguma importância” ou “muita importância” (CORDEIRO, 2005). 

O preenchimento desta lista ajuda-os a reconhecer as perdas ocupacionais e sociais causadas pela dependência química e delimita os papéis que são considerados relevantes e que desejariam retomar no “futuro”. A partir deste ponto, é elaborada juntamente com os pacientes uma rotina na qual possa ser viabilizada a inclusão desses papéis.

Para facilitar a organização e a visualização das atividades que o paciente deseja desenvolver após a internação, é fornecida uma tabela com todos os dias da semana, intercalada com os horários dos três períodos: manhã, tarde e noite.  Nesta tabela é possível distribuir e visualizar as atividades selecionadas e incluir os horários que serão utilizados para o tratamento.  São fornecidos junto a este trabalho os horários e endereços dos grupos de autoajuda e tratamento ambulatorial para facilitar a procura por esses serviços.

Pode-se, assim, observar que esse grupo funciona como um catalisador para os processos de mudança da vida ocupacional do paciente, desde sua admissão até o momento de preparação para a alta. Ele consegue identificar os prejuízos causados pelo uso de substâncias e os benefícios do tratamento. Na elaboração da rotina enfoca-se a capacidade do mesmo de planejar e organizar sua vida ocupacional a partir de seus desejos, dentro de suas possibilidades, limitações e do ambiente no qual está inserido.

As terapeutas ocupacionais Aline Coraça Trevelin e Juliana C. dos Santos Ribeiro.

As terapeutas ocupacionais Aline Coraça Trevelin e Juliana C. dos Santos Ribeiro.

Ação do “Setembro Amarelo“ foi um sucesso

No dia 5 de setembro o Centro de Estudos Psiquiátricos Américo Bairral (Cepab), uma das federadas da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), com o apoio da diretoria do Instituto Bairral de Psiquiatria, realizou uma ação para conscientização da prevenção ao suicídio. Para tanto, as equipes do hospital vestiram uma camiseta amarela com os dizeres “A prevenção começa quando o silêncio é rompido” e circularam pelos espaços da instituição convidando a todos para uma palestra que ocorreu mais à noite, proferida pela Dra. Viviane Franco, médica psiquiatra do Bairral. Em sua fala, que foi bastante elucidativa, ela pontuou que existe uma preocupação muito grande em diminuir as taxas de suicídio na população em geral e em populações mais vulneráveis, como adolescentes, idosos, refugiados, dependentes químicos e portadores de doenças mentais. O tratamento para estas pessoas é de suma relevância e uma das intervenções preventivas mais efetivas. O público presente alcançou o número de 350 pessoas, com entrada franca, e a diretoria do Cepab já se prepara para um novo encontro em outubro, dentro do projeto “Cepab Comunidade”, o qual objetiva promover um intercâmbio de saber mais próximo da comunidade itapirense e da região com temas que dialogam com a perspectiva da prevenção em saúde mental.

Ação do “Setembro Amarelo“ foi um sucesso.

Ação do “Setembro Amarelo“ foi um sucesso.

Inovação nos debates do XXVIII Simpósio Bairral – “Entendendo o Universo da Infância e Adolescência”

O Simpósio Bairral, em sua 28ª edição, trouxe no dia 24/6 o entendimento do universo da infância e adolescência.

Foram 13 palestras e 3 plenárias de dúvidas que trataram especificamente do desenvolvimento humano do 0 aos 25 anos. No geral, 11 palestrantes, entre eles pedagogo, psicólogos, psiquiatras, fisioterapeuta, educador físico, assistente social e terapeuta ocupacional se revezaram nas explanações. Com formato dinâmico e inovador, as palestras foram divididas em três blocos, focalizando as faixas de 0 a 4 anos, 5 a 11 anos e 12 a 25 anos.

Temáticas de relevância como desenvolvimento, linguagem, atividade física, drogas, suicídio e sexualidade foram sistematicamente abordadas. As palestras tiveram duração média de 20 minutos, tornando mais atrativa esta edição do evento. Outra novidade foi a possibilidade de envio de perguntas via WhatsApp nas plenárias de dúvidas, permitindo ao público dirimir suas dúvidas e esclarecer os complexos aspectos das fases do desenvolvimento. Palestraram a médica psiquiatra e coordenadora técnica do Centro Integrado do Desenvolvimento da Infância e Adolescência do Bairral (CIDIA), Dra. Tais Moriyama, as neuropsicólogas Liege Felício Baungartner e Jéssica de Holanda, a enfermeira Danieli Bellini, a fisioterapeuta Cibele Faria, a educadora física Daniele Colosso, a terapeuta ocupacional Aymêe Fernandes, a psicóloga Fernanda Perin, os médicos psiquiatras Drs. Caio Cortes e Alessandra Diehl e o assistente social Maurício Landre. A produção, direção e condução das plenárias de dúvidas couberam ao consultor Ricardo Moriyama. O público presente foi de 405 pessoas, composto por profissionais de saúde, educadores, pais e estudantes.

No próximo dia 23/9 teremos a XXIX edição do Simpósio Bairral, trazendo a temática “Desvendando as fronteiras entre a psiquiatria e neurologia”, com ênfase especial nas epilepsias.

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

XXVIII Simpósio Bairral

Enfermeiros da Comissão de Curativos realizam capacitação de atualização teórica e prática visando à padronização de protocolo institucional

Nos dias 21 e 22 de junho teve lugar no Centro de Educação Continuada do Instituto Bairral de Psiquiatria treinamento oferecido aos enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem com o objetivo de aprimorar o conhecimento na área, praticar adequadamente as técnicas de curativo e padronizar e implantar protocolo de prevenção e tratamento, visando a instrumentalizar as ações dos profissionais e sistematizar a assistência de enfermagem aos nossos pacientes.

No último ano o Grupo de Curativos se empenhou na criação dos impressos e documentos que formalizam esse atendimento, padronizando as etapas de avaliação e conduta a serem seguidas mediante um fluxograma institucional.

O treinamento foi dividido em duas etapas: teórica e de abordagem prática. A explanação da teoria contemplou tópicos de atualização e reciclagem de conhecimento, tais como funcionamento do grupo, atribuições da equipe de enfermagem, apresentação Protocolo Operacional Padrão (POP), revisão da anatomia, processo cicatricial, prevenção e tratamento das lesões.

A abordagem prática foi realizada de forma dinâmica, utilizando bonecos para simular o manejo dos materiais e técnicas de curativos limpo e estéril. Esse momento de aprendizado, esclarecimento de dúvidas e simulação da realidade contribui para que o atendimento real ao paciente seja executado com total segurança, aliando conhecimento teórico à técnica prática, em busca do sucesso da terapia.

A enfermagem tem evoluído enquanto profissão neste contexto, sendo o enfermeiro capaz de avaliar e planejar o cuidado mais adequado ao paciente portador de feridas, além de orientar e supervisionar a equipe na realização das técnicas. Vale ressaltar que o trabalho em equipe, o conhecimento teórico e as técnicas realizadas com responsabilidade e amor são condições fundamentais para o sucesso terapêutico.

Alguns dos participantes durante o treinamento.

Alguns dos participantes durante o treinamento.

Enfermeira Roberta Inácio do Couto Rossi orientando sobre os procedimentos necessários.

Enfermeira Roberta Inácio do Couto Rossi orientando sobre os procedimentos necessários.

Enfermeira Natália Maria de Oliveira orientando sobre os procedimentos necessários.

Enfermeira Natália Maria de Oliveira orientando sobre os procedimentos necessários.

Abordagem prática.

Abordagem prática.

Enfermeira Camila da Costa Parentoni Martins, enfermeiro Marco André Theodoro, enfermeira Daniela Juliana Mistro Fuini e enfermeiro Jonas Felipe Claudino - alguns dos integrantes do Grupo de Curativos.

Enfermeira Camila da Costa Parentoni Martins, enfermeiro Marco André Theodoro, enfermeira Daniela Juliana Mistro Fuini e enfermeiro Jonas Felipe Claudino – alguns dos integrantes do Grupo de Curativos.


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